CONHEÇA NOSSA HISTÓRIA
O
INÍCIO
Em 1988 Sonia Rinaldi e seu marido Fernando Machado freqüentavam o IBPP
– Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas, dirigido
pelo saudoso Dr. Hernani Guimarães Andrade, que trouxe a investigação
científica dos fenômenos espiríticos para o Brasil e trabalhava
em investigações de casos de reencarnação e Poltergeist.
Ele teve a idéia de começar a gravar vozes. O primeiro equipamento
utilizado para isso era um rádio a válvula, e nenhum resultado
ocorria, talvez porque não estivesse claro para os pesquisadores “o
que” era para ocorrer. Na fase inicial dos trabalhos, durante cerca
de dois anos, Sonia e Fernando iam ao IBPP todas as sextas-feiras, sempre
contando com a presença da assistente e braço direito do Dr.
Hernani, a Professora Suzuko Hashizume.
O
IPATI
Sonia publicava artigos sobre Transcomunicação no jornal Folha
Espírita, da Dra. Marlene Nobre. Logo começaram a surgir interessados
no tema, que foram se agregando. Foi formado o que se chamou de Clube dos
Transcomunicadores, com 30 ou 40 pessoas, que evoluiu para a ANT - Associação
Nacional de Transcomunicadores, que chegou a ter mais de 2.000 membros inscritos,
não-pagantes. Finalmente, a ANT tornou-se o IPATI – Instituto
de Pesquisas Avançadas em Transcomunicação Instrumental,
hoje contando com cerca de 4.000 pessoas vinculadas virtualmente. Apesar de
existir um grande número de pessoas interessadas na temática,
sempre foram poucos os que efetivamente trabalharam na pesquisa ou em atividades
correlatas. Durante 10 anos Sonia