Rinaldi trabalhou praticamente sozinha, fazendo as gravações e gerando um pequeno boletim com duas páginas que era distribuído aos interessados. Depois, há cerca de sete anos, juntou-se à Sonia o Dr. Claudio Brasil, fascinado pela possibilidade da investigação das vozes. Há aproximadamente quatro anos, juntou-se aos dois a Nilza Francisco, que colabora auxiliando na divulgação do trabalho. Uma evolução sensível vem acontecendo às pesquisas ao longo dos anos. As primeiras vozes gravadas eram de péssima qualidade, quase inaudíveis. Hoje, parece que os falecidos estão falando ao nosso lado.

ATIVIDADES DO IPATI

Consideramos que nossa missão envolve duas premissas básicas: levar o consolo a quem perdeu alguém e está sofrendo, e mediante resultados devidamente documentados, disponibilizar material de pesquisa para que a Área Científica faça todo tipo de análise e investigação. O IPATI não tem fonte de renda e não tem fins lucrativos. Contamos com algumas doações e a renda do livro Gravando Vozes é integralmente revertida para as pesquisas. Jamais cobramos por qualquer consulta nesses 20 anos de atividades e já atendemos a algumas centenas de pessoas, sobretudo pais que perderam filhos. Mesmo a parte investigativa também tem cunho filantrópico, pois a comprovação de que a morte não é o fim é o alento que tantas pessoas buscam. Realizamos dois projetos de pesquisa em parceria com instituições internacionais como o Noetics Institute dos Estados Unidos, e a Associação de Parapsicologia da Suécia. Executando projetos desse tipo, prestamos atendimento gratuito às pessoas que perderam alguém, enviamos os resultados das gravações para análise e os publicamos para notificar o público interessado sobre as conquistas e novidades.