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Esta edição apresenta o caso de Alice, uma jovem que faleceu poucas semanas após completar dezessete anos e que, durante as gravações, manifestou um fenômeno notável: o aparente retorno visual a fases anteriores de sua vida. A partir de uma fotografia estática fornecida por sua mãe, surgiram transformações dinâmicas inesperadas, nas quais o rosto de Alice pareceu transitar da adolescência para a infância. A repetição e a coerência desse processo indicam que não se trata de um evento isolado, mas de um padrão recorrente.
A revista investiga a hipótese de que a memória não esteja restrita ao cérebro, podendo persistir como um campo informacional acessível sob determinadas condições experimentais. Com base em contribuições contemporâneas da física e dos estudos da consciência, o caso é analisado como um possível acesso visual a camadas de memória, e não como interferência ou criação artificial. Fotografias enviadas pela mãe de Alice reforçam as impressionantes semelhanças observadas.
